28 de março de 2009

PACMAN!

26 de março de 2009

23:37

Porque certas escolhas, tomadas no tempo incerto, contra todos os conselhos, podem ser desastrosas

O relógio Tag Heuer de prata aponta a avançada hora da noite. Ela estava sentada em seu luxuoso escritório, num alto andar de um edifício empresarial metido a besta, no centro da cidade. Não há mais ninguém ali, apenas ela.

Não há retratos em seu escritório. Nem de seu filho, agora um homem crescido, nem de seu marido. Pra falar a verdade, até tem: um retrato seu, de vinte anos atrás, quando era jovem; mas esse retrato está guardado na última gaveta da mesa, trancada á chave. Ao contrário do que pensam seus empregados, não há dinheiro ou papéis importantes na gaveta á chave: há o verdadeiro motivo que a levava a ficar quase que 24 horas em seu escritório, e há 12 anos não tirar mais férias.

Ela, quando jovem, não era o exemplo máximo de beleza: gordinha e sem muitas formas, via na magreza das amigas como sua inépcia. Mas nada disso foi problema quando um cara se interessou por ela, e namoraram.

Ela tinha seus 18 anos, ele foi seu primeiro homem. Péssimo de cama, na verdade, mas ela o amava. Mas ele, por ser rico e saber que as coisas conspiravam a seu favor - ao menos achava - jamais pagaria por seus erros. E assim, ele a traía com uma moça mais magra, menos respeitosa e mais puta. Vulgar e amante de pica, fazia tudo o que ele queria, da forma que ele queria.

O ego eternamente ferido pelas pressões da beleza faziam com que sua feminilidade e sensualidade - inerente a toda e qualquer mulher - fossem subjugadas, sempre se achando de beleza inferior e assim, jamais confiando que podia conseguir alguém melhor: que, ao menos, não fosse um puto e a respeitasse. Sentada no escritório, ela olha pra gaveta.

Cansou-se de esperar e de lutar, e poucos anos mais tarde, num arroubo de desejo, alguma coisa parecida com amor e auto-comiseração, e tomou aquele homem para si, numa cerimônia pomposa. Ele jamais soube, mas na hora dos votos, a raiva subiu na face daquela mulher: sua rival estava em pé, na porta da igreja, vulgar e gostosa, onde a roupa vulgar jogava em sua cara as razões que fizeram-na ser uma traída. Naquele momento, ela soube que seria assim pelo resto da vida.

Não tardou para que seu sogro entregasse pleno controle de sua empresa ás mãos hábeis e responsáveis de sua nora; a única coisa boa que seu filho, segundo ele, fez em sua vida. Ela trabalhava com o sogro, e tinha uma amizade poderosa com sua sogra, o que a fez ser tratada como filha, respeitada na família rica. Todos se condoíam ao ver sua flagrante condição: eternamente humilhada por um marido infiel, doente e tolo.

A vida segue, e assim veio sua gravidez. Cheia de problemas, tristeza e trabalho, ela descobriu que não apenas ela seu marido havia fecundado: mas também sua rival, assim, seu filho tinha um irmão. Seus sogros, horrorizados, assistiram a essa mulher chegar barriguda em sua casa, dizendo que o filho era daquele homem, e que se ele não tivesse parte na herança toda, ela colocaria a boca no mundo. Já havia colocado-a em outros lugares, não seria difícil.

Em prantos, viu seu marido tentando amenizar a situação, dizendo que aquilo não era nada. Tolo, queria apenas que todos aceitassem as coisas, e como ele era. Naquele momento, ela envelheceu tudo o que lhe restava, sua beleza que ainda não havia se sagrado balzaquiana se esvaiu em um suspiro, e ela entendeu que sua escolha lhe trouxera mais dor que a alegria inicial. O pouco de amor que ela tinha agora iria para seu filho.

O menino nasceu, e ela e seus sogros o criaram. Por mais que ela e seu marido partilhassem a cama, ele dormia em outros lugares, e já nem mais satisfações dava. Por que ela trabalhava tanto, seu marido levava o menino consigo, e o criou a sua imagem e semelhança.

Assim sendo, a adolescência do menino o tornou pai aos 15 anos. Ela não ganhou um bom presente aos seus 40 anos, mas sim um neto, de outra mulher igualmente vulgar. Como pode uma menina de 13 anos ser tão puta?

Há muito deixou de sentir prazer. Sua vaidade se resumia em sua maquiagem, roupas confortáveis e importadas, perfumes e um carro enorme e lindo. Fugia da vida, trabalhando quase 20 horas por dia, para não voltar pra casa e ver aquele filho vagabundo como o pai, querendo sair com seu carro antes dos 18 anos, querendo dinheiro e voltando pra casa sempre chapado e bêbado, quando não era apenas largado na porta do condomínio, pelos seus colegas de balada.

Havia engordado muito, e se cansava de andar poucos metros. Sentia-se aliviada de sair de casa, de se livrar de sua escolha tola, feita por amor. Devia ter ouvido seus pais? Até mesmo seus sogros a avisaram sobre seu filho. Sua amigas estavam bem, algumas casadas, outras divorciadas, mas seu relacionamento com elas era telefone e internet, pouco as via. Vergonha? Ela já nem se importava mais.

Não há mais ninguém no escritório. Hoje foi o aniversário de 18 anos de seu filho, e ela não foi, com a prerrogativa de trabalhar. Apenas seu escritório está aceso. Seu filho liga, querendo saber quando que ela vai voltar com o carro, pra ele poder sair. Tanta coisa feita, e ele não havia entendido. Havia se tornado como o pai, que levou sua amante e seu outro filho, e agora ambos saem juntos, e ambos têm direito á herança que ela ajudou a erguer. Não se fala de outra coisa em casa. Seu marido fala disso, como se ela tive as obrigações. Seu filho exige sua parte. Aquele filho de amante também.

Com pesar, pega sua bolsa de 3000 reais, uma das poucas regalias que se dá. Desliga tudo e se dirige ao elevador. Era o dia que ela mais odiava: sexta feira. Passaria a noite sozinha em casa, sabendo que seu filho vai bater seu carro essa noite, que seu marido está fazendo outro filho com outra lazarenta, e que os melhores anos de sua vida foram consumidos com pouco prazer, pouco amor e decepções de seus pais e de si mesma estampada no rosto. Não havia mais lágrimas. Pedia apenas que algum fantasma caridoso tivesse piedade e fizesse o elevador cair.

23 de março de 2009

O Deus que falhou

Hoje, no Google, digitei a expressão "ex-crente". Entre muitos relatos interessantes, me deparei com algo comum a todos eles: um profundo desprezo pela igreja. A melhor frase que li foi "a igreja é o único exército que não volta pra recolher seus feridos".

Entre relatos de neo-hedonistas, ex-pastores, membros desiludidos e afins, notei um padrão: essas pessoas esperam ver Deus num monte de gente. Esperavam que a igreja lhes desse boas razões, bons líderes, e principalmente, lhes explicasse os porquês. A Bíblia é um livro falho de explicações, uma vez que atos de Deus não são explicáveis. É comum essas pessoas se aterem a questões sobre as refeições intra-baleia de Jonas, a morte dos primogênitos no Egito causada por um Deus "amoroso", as carnificinas nas batalhas históricas entre Israel e os povos de Canaã.

Bem, para isso não há resposta. A Bíblia, salvo as devidas proporções é um livro a lá Constituição Brasileiras: podem-se buscar respostas como falhas a serem exploradas. Se querem contextualizar as coisas, podem até fazer, mediante um simples exercício de imaginação: acha mesmo que os pescadores da época sabiam diferenciar categorias de animais? Quem nada é peixe, quem anda é bicho e quem tem asa é pássaro, salvo os insetos. E numa baleia daquele tamanho, acha que um atum ou uns camarões não passaram por suas barbatanas? Ou as guerras de Israel? O mundo sempre foi movido pela porrada, e na Antigüidade, quem não desse levava; simples assim. A escravidão foi atestada no Antigo Testamento? Claro. Mas um olhar mais demorado e vai ver que o código de conduta para com os escravos era brando perto dos costumes de outros povos.

Quem procura acha, isso é fato. Se você vai na igreja em busca de alguma coisa, vá pra casa. Não vai ser numa igreja que você vai achar consolo, carinho e cuidado. Você vai achar isso com seus amigos chegados, com sua mãe, e com Deus mesmo, mas não na igreja. Ela é meramente um instrumento para socialização e estudo da Bíblia, que VOCÊ devia ter estudado antes. Só você pode obter suas respostas, mediante estudo. E não apenas de literatura crente - por favor, fuja da maioria desses livros - mas de literatura comum, desviciada. Os mestres da retórica eram homens estudados, haja visto Rui Barbosa - que detonou Haia em um discurso impressionante - ou o crente Charles Spurgeon - o príncipe dos pregadores, simplório e amante de um bom charuto.

Muitos se desviam pois não querem ir a fundo em sua própria espiritualidade e buscar suas respostas. Acham que a igreja lhes dará tudo pronto, mas isso nem mesmo o mais estudado filósofo, biólogo, físico ou qualquer outro catedrático lhe dará. Chegará um momento em que as respostas vão acabar, e todos partilharão do pensamento socrático.

Sim, há muitos decepcionados com a igreja. Sim, há desviados que ainda a freqüentam, mas mantém suas vidas normais e comuns, apenas indo aos cultos para socialização. Sim, há pessoas envergonhadas de voltar á igreja depois de fazerem algo que ela instituiu que é pecado. Sim, há pessoas que vão á igreja não para buscar Deus, mas para se penitenciarem semanalmente através da vergonha e da acusação de outrem como forma de purgação. Sim, há muitas outras categorias que eu mesmo não saberei mencionar. Tantas quantas eu criar, tantas mais haverão.

Se, num repente, calarem-se sem seus quartos e pedirem que Deus lhes demonstrem um ato miraculoso, Ele não o fará. Ele não precisa provar pra você sua Existência. Isso é algo muito pessoal, inerente da pessoa, incompartilhável em qualquer nível que seja. Deus não está naquelas manifestações violentas de línguas e quedas no chão. EU já vi isso acontecer, e nunca senti nada. Deus não se sente num arrepio, num trovão ou nos gritinhos e pulinhos do pregador da noite. Deus é pessoal.

Se você pedir que Ele venha te consolar pela morte de um ente querido, Ele vai. Você vai chorar até acabar, pois Ele não vai falar "calma, tá tudo bem", porque Ele sabe que não tá. Mas a dor vai passar, e o consolo vai vir naquela força pra continuar e aceitar. ELe se manifesta em locais pequenos. A fé é uma certeza intrínseca, central, que não pode ser verbalizada de tão dentro que ela está.

Perca ela e verá o vazio que quase me levou ao suicídio anos atrás. A busca pelo prazer é comprovadamente inócua: só tem graça enquanto se tem algo a ser dado. Se isso acabar, é descartado e sem volta. Deus inventou o prazer: o sexo, a bebida, um bom charuto, os banquetes, a dança, a amizade. Mas em tudo isso, falta a responsabilidade e a moderação; a valorização do seu ser e do seu corpo, o controle sobre a vontade e sobre os instintos animais que ainda permeiam os recônditos da mente. Esse controle separa os homens dos machos, as mulheres das fêmeas, a humanidade dos bichos em geral. Um bicho só pensa em si mesmo: dormir, comer, reproduzir e adiar o máximo sua morte, por qualquer método. Sua vida se resume a isso devido ausência de consciência.

A igreja jamais vai te dar a resposta que você procura. A busca por ela é problema seu. Pode encontrar onde quiser: nos dogmas estáticos de uma instituição que nega quase todas as faculdades mentais do homem; pode ser nas faculdades mentais do homem que negam a fé. Ambas corrompem a vida, destróem a alma, culpam seu coração e consomem sua energia. A vida que Jesus veio dar é algo que pode ser aproveitado em sua totalidade: mas nunca da forma que achamos que devia ser. O limite é variável de pessoa pra pessoa, e cada um sabe qual o seu. Deus nos deu o direito de conhecê-los e respeitá-los, ou de forçá-los. Em ambos há conseqüências.

O Amor não é o que você acha que é, Bono Vox já disse isso. O Deus que falhou está preso entre quatro paredes, mesmo nas chamadas igrejas emergentes há falhas comuns em qualquer agremiação. Esse deus falhou pois jamais responderá perguntas interessantes: sempre dará dogmas, leis e tormento, quando não dera exclusão. O Deus que não falha, está de pé, do lado de fora da igreja, conversando com o mendigo e com a prostituta, com o playboy e com o pobretão, dando a eles o que quase nunca tiveram: respeito, cuidado, atenção, conversa e conselhos sensatos.

3 de março de 2009

Sobre Deus

Há quem diga que Deus é uma invenção. Afinal, o homem somente se subjuga a outro homem, e assim sendo, o universo deveria ser governado por um macho-alfa. Eu venho me perguntando há anos como será Deus. Não, não sua forma física, mas o que tem dentro de sua cabeça.

É fácil acharmos que algumas coisas são de sua vontade. Bem, uma amiga minha, uma loira fenomenal, ouviu do pastor que ela vai casar-se com um. De pronto, rejeitei isso. Eu não tenho muitos bons exemplos de famílias pastorais - uma vez que seus líderes acabam se preocupando mais os filhos de outrem que os seus, com as esposas de outrem que com as suas, e suas famílias se frustram. Fora a pressão sobre a pobre esposa, como se ela fosse uma pastora obrigatoriamente.

Em seu nome, fizemos coisas horrendas, com pessoas que até poderiam vir a serem nossas amigas. Não ande com ele, pois ele é má influência. Volte cedo. A carolice e a tradição que permeiam as igrejas é algo interessante. E, por mais estranho que seja, é necessário. Na teoria, os que têm Deus como sua prioridade de vida, vão nos locais de culto, se separam das pessoas comuns e tal.

Na prática, há mais de 7 bilhões de variáveis. Ora, qualquer um é livre pra fazer o que bem entende. E a premissa dessa liberdade é a base do amor. O que une um homem e uma mulher não é um casamento ou um filho - ao menos não quando o assunto é sentimento. O que os une é o amor, a paixão, o desejo de estar com essa pessoa. Ter nele um amigo, um cúmplice. E de quebra uma farrazinha noturna. É a renúncia ás outras possibilidades com outras pessoas pra ficar só com aquela.

O grande lance é esse. O amor de Deus não é comparável, mas o exemplo é um bom ponto de partida. Deus não liga pra carolice: aliás, tanto desgosta que quando resolveu ser Jesus fez questão de tirar com a cara dos fariseus. Ele inventou coisas que só Ele poderia inventar: amizade, prazer, paixão, diversão. Acha mesmo que Ele detesta festas? Olhe na Bíblia, quanto tempo duravam as festas hebraicas? Era como se Ele falasse "alguém me traga um DJ."

Música, ah sim. Que bela coisa que ele inventou. Tem quem teime em apenas ouvir crentices, mas quando se deparam com um Chico Buarque, não conseguem não gostar. Quando sacam um pandeiro, nenhum pé fica parado (exceto com aquela desvirtuação demoníaca que é o pagode). Um violão, e Jonh Petrucci e James LaBrie entoam a belíssima Silent Man, que debulha qualquer meia hora e três acordes. E da mesma forma com que me deleito com essa coisa linda, obra Dele, Ele o faz.

Eu sei que é uma visão simplória, até mesmo caquética, mas a bem da verdade, Deus é um ser de deleite. Ele está lá na hora da tristeza sim, mas quem disse que Ele não está lá na hora da alegria, da festa? Ele é festeiro. Ele tem orgulho de nós, de nossas coisas belas, de nossas criações.

Ele honra a todos. O jovem que não acredita Nele, mas se esforçou tanto, Ele recompensa com faculdade de seus sonhos. O ator espírita que tanto se entrega ao seus papéis, Ele lhe confere sucesso por seus trabalhos. Ele não é mesquinho. Ele não liga. Ele dá de graça. Ele é de graça, acessível a quem quiser.

Ele está lá, agachado na sua cômoda, velando o sono da prostituta, que antes de dormir, orou pra que esse Deus guardasse seus entes queridos. Ele está lá, com o mendigo, fazendo seu papelão mais quente. Ele está onde menos se espera, pois onde há uma pessoa, Ele está lá. Não é voyuerismo, mas apenas fazendo companhia.

Ele está acessível a todos que quiserem. Um novo começo? ele tem qualquer um que você quiser. Uma nova chance? Ele tem todas as possibilidades. Não confunda isso com perder sua essência, mas sim uma troca violenta dos seus desejos e necessidades. Eu deixo de enganar e mentir, eu já não preciso mais disso, pois agora tenho algo mais duradouro que dinheiro e meia hora de prazer. Não, você não virou um ser estranho, um etê. Apenas passou a ter novos alvos.

A tão preconizada mudança de vida que os crentes tanto apregoam é bem diferente da que eu tenho visto. Pra muitos, basta ir na igreja, parar de beber, fumar, ter sexo semanal, ir em baladas e festas, romper amizades "nocivas", entoar os corinhos, ler - e não entender - a bíblia, ouvir aquelas músicas do mercado crente, mudar o guarda-roupa para coisas mais comportadas e por vezes ridiculas e bregas, e passar a ser como um deles. Não vi Deus nisso.

As coisas vêm dos profundos da vontade humana - o chamado coração, o lugar onde a verdade nunca é negada realmente, mas passada por filtros e distorções, pra gerar os atos e comportamentos. Imagine sua vontade ser voltada pra algo além de si mesmo. Viver com um alvo, não apenas estar aqui pra hoje e obter o máximo de tudo só pra você. Como será acordar de manhã e pensar em algo além de você mesmo? Mas sim por outra pessoa, ou por outras pessoas? Ser compelido a não deixar seu colega de trabalho no ponto de ônibus, enquanto você vai de carro? Se calar enquanto todos tiram sarro do estagiário? Ter sempre uma ajuda na mão, ao invés de pedras?

Jewel, uma cantora norte-americana (secular) fez, há 11 anos, uma música chamada Hands. A frase com a qual ela fecha a música é "we are God's hands". Interessante. Isso eu nunca ouvi nos circuitos crentes, nos corinhos, em lugar algum. Dizem que se calados os cristãos ficarem sobre Jesus, as pedras clamariam. Eis um bom exemplo.

Deus está acessível a quem quiser. É graça. A redenção dos erros, enganos, mentiras, tolices, palavras malditas, agressões, roubos, furtos, assassinatos.. e toda a sorte de coisas erradas que fazemos está lá, pra quem quiser pegar. E depois disso, a ação: a troca da sua vontade virá, e até mesmo seu rosto vai ganhar novos contornos. Você saberá apreciar um bom vinho sem ter que virar 5 garrafas. Amará a música e dançará pra si mesmo, não mais pra conseguir um parceiro sexual, pois o que você tem dentro de si é algo maior que um pouco de hormônios e endorfina. A vida tem um gosto a mais.

Deus não veio pregar a carolice, a volta ás leis de ação, a instituição. Ele veio dizer que somos suas mãos no mundo. Que a vida não é esperar pelo domingo por uma pregação, se Ele mostrou seus poderes e amor no céu sem nuvens. Saia e aja. Tenha amigos, e saia com eles. Seja o cara que vai trazer todos de volta sãos. Conheça pessoas, e elas saberão que têm em você um amigo, não meramente um colega. Domingos? Vá a igreja. Sim, vá. Mas faça disso seu momento íntimo, e não uma obrigação, ou a sua balada de fim de semana.