24 de março de 2008

RONILDO PEÇANHA É O CARA!

Clique Aqui e Aqui

Assim que esse cara baixar aqui na minha cidade, eu quero ir ver. Ronildo Peçonha, digo, Peçanha, o homem que ressucitou mais mortos que o próprio Cristo, curou uma torcida do Flamengo de paralíticos e ainda cura câncer sem cirurgia.

Eu não to zoando, é sério. O cara é mais poderoso que Chuck Norris. Agora eu to pensando na quantidade de vezes que a sacolinha do Tim Tones vai passar durante o culto....

Chuck Norris que se cuide.

Segue abaixo, RONILDO PEÇANHA FACTS:

• Quando Jesus foi ressucitar Lázaro, ele pediu ajuda para Ronildo Peçanha.

• Quando uma cobra morde Ronildo Peçanha, ela volta a andar.

• Ronildo Peçanha esteve na Moldávia e na Bordúria.

• A Primeira Guerra Mundial aconteceu porque Ronildo Peçanha não quis ressucitar Francisco Ferdinando.

• Jesus foi ressucitado por Ronildo Peçanha.

• Ronildo Peçanha ressucitou mortos na Prússia, em Bizâncio, Saxônia, e em Cartago.

• Ronildo Peçanha pode tirar dois tumores com uma gota de azeite.

• Ronildo Peçanha tem a unção do leão, do tigre, do urso, do créu...

• Chuck Norris tem o Roundhouse Kick. Ronildo Peçanha tem a carruagem de Fogo.

• O Oculto e o Escondido são os sapatos de Ronildo Peçanha.

• Herodes morreu porque ousou se comparar a Ronildo Peçanha.

• Não há Arquivos Mortos no computador de Ronildo Peçanha.

• Ronildo Peçanha uma vez foi á um sítio arqueológico. Hoje se chama China.

• Os Guerreiros de Xi`an são o exército que Ronildo Peçanha mandou fazer, para quando quiser dominar o mundo.

• Uma vez, uma cidade inteira ousou não ir a uma Cruzada Missionária Internacional. Ela se chamava Pompéia.

• Elias pediu a Carruagem de Fogo emprestada a Ronildo Peçanha.

18 de março de 2008

Late! Pocketwatch

Em algum lugar do passado, Dave Grohl escreveu, produziu, dirigiu, compôs, tocou e gravou uma sessão de demos chamada Pocketwatch. Até aí, nada demais. Mas aqui estão as primeiras impressões do que seria o Foo Fighters. Após a morte de Kurt Cobain, ele assumiu o controle, e gravou várias coisas. Dentre elas, esse cassete cheio de chiados.

Qual a graça disso, me perguta você? Simples. Marigold é ao lado-B de Heart-Shaped Box, e consta em algum lugar da discografia do Nirvana. Friend of a Friend foi composta no nojento apê de Cobain, e tem sua primeira aparição aqui. Depois, ambas só foram ressurgir no show electroacústico e no In Your Honor.

Ouvir sons seminais, os embriões do futuro são coisas interessantes. O Nirvana enfiou o rock na grande mídia, desbancou Axl Rose e jogou uma banda de três infelizes no espaço, simplesmente porque seu som era bem primordial, as letras eram diretas e o vocalista cantava com paixão. O que ele cantava era o que ele sentia.

Grohl soube o que isso significava, e tratou de fazer a coisa funcionar. E ao se distanciar do Nirvana, conseguiu sair de sua sombra, dando os primeiros passos sozinho tendo por base o que aprendeu com Cobain.

Minha sugestão: busquem não apenas o último sucesso da banda que você ama, mas também o que ela não lançou, o que constava nas demos, o que a banda fazia de som antes do estrelato, e tudo o que testaram quando ainda eram humanos, por assim dizer. Verá que tudo começa com um violão e um cara que cantava mal.

17 de março de 2008

Uma questão interessante

Entrei neste site, e confesso que fiquei chocado. Crianças sendo educadas com armas e tiros, aprendendo a lidar com armas. A primeira imagem que me veio á mente foi a dos garotos de Columbine, e seu genocídio. Mas, olhando mais demoradamente, lembrei-me que esses meninos eram perturbados, com síndrome de vítima, e que compraram suas armas e munições sem a anuência de suas famílias.

Uma nação armada é uma nação burra? Ou seria uma nação que sabe do seu direito á propriedade?

Tentaram desarmar a população brasileira, e graças a Deus, falharam. Você não vai desarmar bandidos desarmando a população. Você vai é imergir a população ainda mais no medo, confiando nas restos de uma polícia despreparada e mal paga. A coisa ia ficar insuportávl, e culminaria num extermínio violento da população civil.

Quando me deparei com essas fotos, eu vi uma coisa interessante: as crianças, apesar de pequenas, estão sabendo que são armas, como se usa, como se carrega e onde estão guardadas. E acima de tudo, sabem do perigo de uso indevido. Lá, se um ladrão entrar na sua casa, você pode atirar pra matar. Aqui, se você o fizer, corre o risco de ir preso por homicídio. Mas se o bandido invadiu sua propriedade, estava roubando o fruto do seu trabalho, você não vai se defender? Nosso governo acha que o bandido é um coitado, que está quereno redistribuir sua riqueza com os outros. Coisa que sabem que é balela.

Essas crianças tiveram suas fotos tiradas por seus pais, que sabem o que estão fazendo ao lhes treinar. Quando não sabem o que é, aumenta ainda mais o gosto pelo proibido, e os acidentes com armas acontcem. Ora, se uma adolescente é criada sabendo o que é sexo, como funciona, e tendo uma família que a valoriza e a ama, ela vai se deixar enganar por algum espertão desencabaçador? Ou vai dar pra homens que valem a pena, pois ela sabe se valorizar?

O mesmo com essas armas. Uma população armada não tem medo. Ela vai se defender. Uma legislação que puna os ladrões - pois minha bisavó preferia um filho assassino a um filho ladrão - e proteja os trabalhadores, de qualquer classe, faz com que qualquer imbecil saqueador pense duas vezes antes de invadir uma casa. Se nela a turma pratica tiro ao alvo, eles não vão titubear em defender o que lhes pertence. E é isso o que falta na população brasileira: o senso de propriedade. Se começarmos a lutar pelo que nos pertence - nossos salários, nossas casas, nossos filhos - vamos retirar esse Lula lazarento do governo, acabar com os bolsas-consciências feitas com o couro da classe média (chamada de classe mérdia, e eu ainda vou falar sobre isso) e fazer essa coisa andar direito. Do BRIC, apenas nós crescemos lentamente. Veja o grau de combatividade do RIC e você vai ver que o B é de bosta.

16 de março de 2008

Sob um céu cinza de março

O hábito de ler coisas fora do comum - especialmente á minha idade - vem de muito longe. Ainda pequeno, eu passava meu tempo procurando definições cultas para palavrões no enorme Aurélio, comprado por meus pais ainda na década de 80, o que lhe confere o desproposital tamanho de 3 resmas impressas e peso descomunal.

Numa dessas, e em função desse hábito, li contos eróticos aos 8 anos, e aos 10 um Kama Sutra havia passado por meus olhos ávidos por entender o mundo adulto. Com 12 anos eu conhecia o pensamento socrático e o que são falácias e sofismas, muito embora guardasse tais coisas nos recônditos de minha mente, pois o interesse dos adultos ao meu redor eram minhas notas sempre desgraçadas de matemática, e não se eu era capaz de devorar 500 páginas em 2 noites, e entender o que elas tinham pra me dizer.

Bem, eu cresci. E ainda irrequieto, meu tio Adolfo incitou-me a ler um livro que nem todos podem ler, pois pode vir a arruinar sua idéia de legalismo cristão: ALMA SOBREVIVENTE, de Philip Yancey. Só o subtitulo arrebenta seu pensamento: Sou cristão, apesar da igreja. O homem-ovelha (veja uma foto do gringo e você vai entender) coloca os escritores que fizeram sua cabeça. Explora Martin Luther King Jr. não apenas como o homem que "tem um sonho", ou como o plagista mulherengo. Mas como o homem que tinha um ideal. Um homem falho, como qualquer um, mas que trazia em seu coração a certeza necessária para enfrentar o que um negro nos EUA na década de 50 tinha de enfrentar. Mahatma Gandhi e sua vida de luta e privações, e de valorização do outro. Falhou miseravelmente com sua família, assim como Leon Tolstoi falho com sua esposa, mas era uma brisa de liberdade numa Índia oprimida.

Mas o capítulo que mais me chamou a atenção foi o de um "enorme P maiúsculo, quando visto de perfil": Gilbert Keith Chesterton, o último filósofo cristão que escreveu alguma coisa boa. Suas idéias inspiraram os homens supracitados, e estão acabando comigo. Estou lendo a sua ORTODOXIA, que acaba de completar seu centenário. Ali, ele descreve sua vida espiritual, sua idéias, como chegou a ser um cristão e como isso o atinge. Não apenas isso, mas seus paradoxos, os problemas que ele encontra ao ser um cristão, a beleza que ele vê ao contemplar a criação - e como tal beleza foi tirada das pessoas com as filosofias do receém-chegado século 20. O otimismo exacerbado que acaba culminando num pessimismo velado, um pessimismo que cumina seus finais num otimismo idiota.

É um livro de filosofia, para os nerds de plantão. Chesterton era gordo, sempre chegava atrasado, era avoado e distraído, mas seus livros era todos ditados a sua estenógrafa, e quase nunca precisavam de revisão. A foto acima é pra rir mesmo, que esse cara era engraçado. Seus debates com os cientistas e ateus renomados da época - como H.G. Welles - eram tomados por suas piadas, sua inteligência acima do comum, e sua tática de confusão: ele não fazia seu oponente duvidar a tal ponto, que ele chega a duvidar de si mesmo. E vencido, era levado por seu gordo e bem-humorado rival ao pub mais próximo para uma cerveja.

Tal homem é uma autoridade em cristianismo, embora grande parte de nós mal saibamos quem foi esse cara. Ao contrário da maioria dos livros de crentes, Chesterton condena a fé cega; ao contrário, incita o pensamento livre. Yancey sacou, e os descritos em seu ALMA SOBREVIVENTE são, em sua maioria, pessoas comuns que fizeram coisas extraodinárias porque pensaram um pouco além. Alguns são uns ferrados como o Jonh Donne, que disse que os sinos dobram por ti; ou homens como C. Everett Koop, que odiado por seus irmãos em Cristo por dizer a verdade científica, mas por ser firme foi amado pelos homossexuais de sua época; pessoas que foram quebradas com o passar do tempo mas por ele reconstruídas, como Anne Dillard.

O céu sobre minha casa é hoje o que os ingleses vêem quase todos os dias: cinza. E foi com essa luz difusa do sol que li mais um capítulo da ORTODOXIA. Esse céu prediz as chuvas que virão, para abrir os céus limpos de abril, e as noites estreladas de maio, e trarão o ar seco do outono. Tal livro está indo fundo em minhas convicções, e destruindo leis e achismos. Se algum dia, surgir um homem com a inteligência e humor de Chesterton, eu irei até ele, para sorver-lhe o conhecimento e a sabedoria, da mesma forma que sorvo as palavras da obra centenária do último filósofo cristão.

13 de março de 2008

Nossos caros sonhos

Hoje eu tive relativamente pouco trabalho matinal. Assim sendo, preeenchi as lacunas com um arquivo word mito interessante: peças de computador para fazer um sistema de fazer inveja a qualquer nerd de plantão.

Pesquisa aqui, procura lá, calcula aqui.... e cheguei a uma máquina linda, extremamente possante, e com um preço que quase me fez chorar: mais de 22 mil reais.

Confesso que eu exagerei na configuração, colocando coisas fortes demais, mas se assim não for, não é um sonho. Ora, meu desejo é ter um Maverick e modificá-lo, e tal coisa não sairá cara?

Muitos diriam para eu parar de sonhar tão alto, ou tão caro, para que as coisas fiquem mais fáceis de se conseguir. Mas qual a graça d se sonhar com um Eee PC? Com mil pilas eu compro um. Mérito é sonhar com um Vaio.

Percebi que as pessoas que sonham mais alto, tem possibilidades maiores de ir mais longe, pois não vão se ater a coisas pequenas. Eu vou trabalhar o suficiente para mandar construir esse computo, assim como vou me esmerar para ser um comunicador.

Sonhos são feitos para serem absurdos, caros, longínquos, belos e grandiosos. Qual a graça se desejar uma coisa pequena e próxima? Não há mérito em tal coisa.

Os chamados sonhos de consumo são produto do mercado. Mas e daí? Dizem para você não desejar produtos, como celulares ou roupas.

Mas eu sei que felicidade é um conceito que pouco mais 7 bilhões de variáveis, uma pra cada pessoa da Terra. Para um, pode ser a vida em família, para outros pode ser uma calça da Daslu. Nossos caros sonhos, são tão caros, e ainda assim, tão caros.

12 de março de 2008

Infonética Sobreatual

A inspiração sob pressão torna-se uma tensão.
A tensão sobre pensamentos torna-se um problema!
Garanto-lhe que não estarei aqui quando todos os sistemas entrarem em colapso.
Toda fuga mental é dada por impulsos elétricos
como pequenos nós em vetores complexos, a minha está mais que garantida.
Linhas e caracteres do mundo digital
são como as placas reguladoras das relações humanas.
Sentimentos virtuais não curam a fragilidade do ser
quando o grande blackout informacional acontecer
estaremso longe do sentido de viver.
O conflito de interfaces está preparado, real x atual
Armemos nossas guerrilha virtuais
sob uma brisa artifical que sustenta nosso bem estar
estar do ar condicionado gerando a climatização
dentro da disseminação do aquecimento global.
Vivemos em caixas de acontecimentos, condicionamentos, tratamentos...
pré moldados nos projetos de aterramento
Sob o leve e sublime céu azul de uma tarde amena de verão
circulam infovias puslantes e sobrecarregadas de tensão
O próximo download pode ser ao lado
sobre a mesa, em seu bolso, em seu carro
O último pacote de atualizações é aguardado
Atualize seus servidores e prepare-se porque...
cercas sem fio não vão segurar minha partida
quando o homem tornar atual seu mundo virtual.
Godzilla de papel...

Criação de Rods, do Coxafrango!

11 de março de 2008

Hora do café

Peço uma pausa.
Estou meio sem criatividade, acho que o show do Dream me deixou meio pifado.....
Eu vou tomar um café.
(Sing Along - Blue Man Group & Dave Mattews)

10 de março de 2008

The empire strikes back

Escrevo isso do Windows live writer, uma ferramenta para blogueiros. A coisa está configurada para ser usada pelo MSN Spaces, mas fechei o meu há muito tempo.

39_pics_ziza O título ilustra bem o que eu estou pensando. Depois de perder um mercado enorme para o google - com o blogger e o gmail - o império resolveu pegar pesado, e ampliou o hotmail, criou um sucessor ao outlook - com uma carinha mais bonitinha - e inventou essa coisa, que eu estou testando.

Na verdade, eu fui seduzido pelo visual Vista dos programas. Além disso, ando com alguns problemas de posta imagens aqui. Se isso aqui funcionar, a MS ganhou mais um adepto de suas ferramentas, agora gratuitas.

O mais divertido é ver como a gigante dos computadores se curvou aos desmandos da uma internet exigente, mas que não quer pagar nada, a não ser por pornografia. E assim caminha a outrora empresa de Gates, que está vendo seu Vista afundar, seu XP ser violentamente modificado, enquanto espera ser derrotada por um nerd. Mais um.

9 de março de 2008

Notas de um Fim de Semana

Muito embora fosse o Dia internacional da Mulher, eu não estava nem aí: eu estava era indo pra Sampa. Destino, Credicard Hall, ver o Teatr dos Sonhos tocar. Após o lançamento de mais um bem sucedido disco, Systematic Chaos, a banda que adora exibir o quanto estuda pra ser a mais técnica - e creia-me, eles podem - vieram pra cá, humilhar pretensos músicos, encantar ouvintes, e invejar quarentões.

Aproveitando uma viagem que minha família faria para a fedida capital do estado, fui pela primeira vez sozinho, o que não me impediu de rir com desconhecidos, cantar junto com estrahos, berrar no ouvido alheio. Ao adentrar o estacionamento, notei que meu raciocínio primordial se esfacelara: com a apresentação do Iron Maiden no fim de semana anterior, pensei que esse show não encheria tanto. Ledo engano. Me deparei com uma multidão, um pouco mais colorida e menos metaleira que a que encontrei nos shows do Blind Guardian e do Angra. E, ironicamente, mais animada e divertida que as dos shows do Hillsong e do Michael W. Smith.

Uma vez no meio da turma, bastou fazer algum comentário e já tinha um colega. Ah, isso a gente não acha numa igreja.... onde parece que tudo deve ser silencioso. Era perto de oito e meia da noite quando perguntei de o Hangar - a banda de abertura - iria abrir. Qual não foi minha surpresa ao saber que Aquiles Priester e sua turma já haviam feito seu som. O show seria feito no horário! Acostumado a shows atrasados, quando em lugares abertos, fiquei um tanto surpreso.

O som dos deuses desceria ás 9 da noite, certo? Errado. A hora que Petrucci e Portnoy viram que estavam todos ali, esperando amontoados por alguns momentos de música, o Dream Theater entrou. 20 minutos antes do estipulado. Habituado com atrasos em shows, vi que os gringos são muito bons nesse quesito, e que a organização profissional do show foi levada muito a sério.

A banda faz shows de longa duração, geralmente três horas, posto que gostam muito de fazer instrumentais. Haja visto a duração de suas músicas. James LaBrie é o vocalista que por vezes teve seu cargo ameaçado, e ele tem uma presença de palco impressionante. A banda cogitou tirá-lo da banda, e seguir instrumental, mas se fiar apenas na presença do baterista é suicídio. E a permanencia de LaBrie foi acertada: ele que incitava a galera, que movimentava-nos e aumentava nossa pagação de pau.

Myung errou em um dos instrumentais, Jordan Rudess exibia sua careca e barbicha atrás de seu enorme teclado Korg, Petrucci levara umas 4 guitarras para o show, a bateria transparente de Portnoy ribombava sua dupla de surdos. E LaBrie sumia do palco durante as virtuosas exibições instrumentais.

A galera foi ao delírio quando eles tocaram EROTOMANIA, mas não fomos atendidos quando pedimos por um sucesso antigo, Metropolis. A despedida da banda foi divertida, Portnoy arremessou várias baquetas, umas 5 pessoas levaram palhetas de Petrucci...e pouco depois das 11 e meia - três horas de show, estávamos procurando água, comida e cerveja. Os seguranças do Credicard Hall, quando deu meia noite e 20, começaram a fazer um arrastão, por assim dizer, para nos colocar pra fora do ambiente, afinal, pra que continuar lá se o que viemos ver já tinha sido visto?

E pra esse show, tem fotos no GSMOBILIS. Entre lá e veja o que foi que você perdeu.

1995

De volta de uma bem sucedida turnê pelos EUA, o dcTalk retorna pra Nashville, em 1994, para aproveitar o embalo criativo. Em 1995, lança Jesus Freak. Até aí, nada de novo. Apenas mais uma bandinha crente lançando um disquinho novo, que fala das coisas de sempre, não é mesmo?

Alguém aqui percebeu de que ano estamos falando? Ainda não caímos no novo milênio, e a igreja ainda preservava sua distância de algumas heresias triunfalistas, e os grandes homens da fé - como Billy Graham - ainda estavam conosco. O dcTalk esteve com esse homem, e ceou com Brennan Manning.

Quando o disco sai, o tema não era o que as bandas sempre gostavam de falar: Deus é bom, quer te salvar e coisas assim. Á frente das letras e dos arranjos, Toby McKeehan escreveu sobre temas pessoais da vida cristã: a fé fraca, o preconceito, a entrega, o medo de cair, a confiança em Deus para o auxílio, as brigas com amigos de fé, o enfrentamento do mundo, o desejo de estar sempre no caminho, a tristeza da demagogia, a fé que pode tocar o intangível e a ressureição.

Esse disco fez um rombo violento na indústria fonográfica cristã, e jogou o dcTalk no espaço. Eu até entraria nos discos subseqüentes, mas vou me ater ao ano de 1995.

Estou ouvindo What Have We Become nesse momento. E percebo que me tornei auto-indulgente. Eu julguei coisas que não são de minha alçada, como se eu fosse o certo. Entretanto, percebo que os evangelhos neo-pentecostais e coisas afins são parte do que Jesus Cristo disse sobre o futuro, os chamados ventos de doutrinas. Prometo ser menos ácido, e pensar mais antes de escrever. Afinal, o que eu sei, senão nada? Meu dever é ser cristão, e fazer o que eu tenho que fazer, ler o que tenho que ler, e manter-me sempre sedento de conhecimento e informações.

Pra você ter uma idéia do que o dcTalk criou, podemos comparar Jesus Freak com Black Album, do outrora excelente Metallica. Mas, ao contrário deste último, Jesus Freak é marcado por uma coisa rara: a atemporalidade. Se esse disco tivesse sido lançado ontem, ele continuaria a fazer sentido, sejam suas letras, sejam suas melodias.

Na verdade, eu enrolei e enrolei pois eu não consigo explicar o que a mesnagem desse disco fala. É algo muito intrínseco, direto... é como se pegassem tudo aquilo que um cristão - sua fé, suas dúvidas, seus dilemas morais, suas batalhas internas - e dissecassem, olhassem e estudassem, e depois colocassem em 12 músicas, que tem melhor sentido quando ouvidas em seqüência.

Eu posso falar mal do neo-pentecostalismo, enaltecer as igrejas mais conservadoras e tirar uma das superconservadoras que a verdade sempre vai estar ali: fazendo isso, eu serei como o sino que toca, mas ninguém ouve, até porque estou me auto-justificando, me achando melhor que os outros. A verdade é que Deus não tá dando a mínima pra modus-operandi, pra rituais e comprimento de saias. Ele quer corações. Ele quer almas. Ele quer sinceridade, entrega.

Enfim, esse disco fala não da cristandade, mas do que há dentro de um cristão. Não os carolas, que vivem de e para a igreja, e a transformam num fim em si mesma. Mas sim, aqueles que estão na realidade, que sabem que religiosidade não leva a lugar nenhum, apenas traz dissenção na família a dissabores em geral.

Em What if I Stumble (e se eu tropeçar?), há uma preocupação rerorrente: a falha. Ser cristão não significa estar isento de falhas, erros, enganos, pecados, insultos e raiva. Mas tratar isso como parte da vida e saber perdoar e seguir faz parte do cristão. A canção traz Brennan Manning proferindo uma frase impressionante: "A grande causa de ateísmo no mundo hoje são cristão que professam com seus lábios, e saem pela porta, e negam pelo modo de vida. Isso é o que o mundo incrédulo acha inacreditável." Dolorida e direta. Por mais que Manning flae exacerbadamente do amor em seus livros, essa frase estoura qualquer um de meus textos, e me reduz menos que o pó.

O aprendizado faz parte da vida cristã. Seu próximo traz consigo toda uma carga de experiências que podem valer serem compartilhadas. O problema é que muitas vezes, o próximo traz consigo também o peso de seu pecado, o não arrependimento... mas vamos conhecer uma pessoa por seus frutos, e não pelo nosso julgamento.

Nos tornamos auto-indulgentes, suficientes em nós mesmos, quando deveríamos aprender a usar a palavra não apenas para justificar-nos, mas para proferir perdão, crédito e palavras de exortação. Mas não a exortação da vara, que ás vezes, termina de destruir uma pessoa. Mas numa boa, sem alarde, com amor e paciência. Jesus perdoou a mulher adúltera sem alarde, e ela tinha ao ir embora duas opções: voltar ao adultério ou mudar sua vida.

1995 foi um ano que valeu seus dias porque uma banda fez um disco que ainda mexe com o mundo. A expressão "Jesus Freak" ainda é amplamente usada. O disco se tornou atemporal, e ainda faz estragos. Ouça-o. Garanto que não irá se arrepender. Capaz até de se converter.

6 de março de 2008

Cultura Paulista

Ainda ontem, eu tive uma interessante experiência com um patrimônio do estado de São Paulo: a fila. E como paulista curte fila. Fila pra pegar senha, fila pra ser atendido, fila pra ir no banheiro.... onde há paulistas e paulistanos, há fila.

Estamos tão acostumados com o desserviço das empresas - seja ela governamental ou privada - que, apesar de irritados e usurpados, nem nos preocupamos mais. E ontem eu tinha que pegar um documento em minha antiga faculdade - já concluída - para poder prosseguir com os estudos.

Uma vez lá, a falta de informações e a má vontade - patente em quase todos os atendentes - me consumiram 30 minutos de silêncio e cadeira, que ao menos era acolchoada. Eu fui pegar a informação com uma tia que acabara de atender uma pessoa, e estava com aquela cara do tipo "odeio esse trabalho, odeio essa gente" enquanto olhava pra algum ponto imaginário na base do monitor. Após conseguir a informação necessária, me dirigi ao outro lado, e adivinha o que lá havia?

Mais uma fila. Aguardei mais uns 20 minutos, dessa vez em pé, para poder retirar o documento - solicitado há mais de 2 semanas. O serviço da faculdade é tão ruim, que nem ao menos tinha um atendente para dirigir as pessoas para os locais corretos, e a coisa é tão mal feita que todos os atendentes fazem tudo, gerando estresse. Fora que os salários ruins e as burradas que a instituição faz - como perder matrículas, transferências e principalmente dinheiro já depositado - faz com que esses mesmos atendentes ouçam queixas violentas e encarem pessoas irritadas quase todos os dias, sendo que a culpa nao é deles, mas são eles que levam.

Se fosse uma coisa pública - pois nos acostumamos com o governo não fazendo coisa nenhuma que preste ou que funcione bem, se não rolar um por fora ou se não for no eleitoral - não xíngaríamos, pois se é do governo, ninguém reclama que não funcione. Mas quando é pago do nosso bolso diretamente, a coisa muda. Mas numa das faculdades onde um garoto de 8 anos passa no vestibular não se pode esperar muito.

A fila é o atestado de incompetência das empresas de qualquer ramo. Num supermercado, a variedade de filas é impressionante. Ao invés de colocarem mais caixas - isso é possível - ou criarem um meio de automatizar a coisa, fica aquela coisa de monopólio. Afinal, o povo só serve pra pagar e gerar renda, não serve pra ser respeitado. Dane-se quem paga, eu só quero o dinheiro dele.

Qualquer empresa que se preste a melhorar a relação com o cliente, evitando que ele encare as filas, ou então criando meios de fazê-la andar mais rápido, será mal vista pelas outras. Ou será tida como voltada a um público elitizado. Respeito pelo cliente significa pagação de pau, e isso é uma cultura brasileira: o cliente quase nunca tem razão.

E nós clientes, acostumados á falta de zêlo e competência das empresas, nos queixamos mas não fazemos nada para que seja melhorado. Procuramos serviços de débito automático e boletos bancários, mas nem tudo pode ser feito dessa forma. Enquanto formos coniventes e subservientes a esse desrespeito, ainda vamos perder um tempo precioso atrás de alguém, esperando o atendimento de alguém cheio de má-vontade.

4 de março de 2008

Nem tudo é perfeito


Reconheço que, quase todos os meus textos sobre crentes, foram escritos com dureza, apontando erros crassos. Mas acho que é hora de falar daquilo que dá certo, só pra variar um pouquinho.

Há igrejas que são verdadeiras dádivas. Oh sim, são. São lugares onde a pregação não é uma coisa ridícula, pendendo pro triunfalismo ou prosperidade, mas sim, basada na admoestação e no ensino, coisas que dão muito trabalho pra preparar e não faz muito sucesso entre os fiéis.

Fui agraciado com um local cujo pastor é pastor mesmo, desses que fazem visitas e se preocupam com aqueles que se sentam nos bancos aos domingos e outros dias. Domingo ele pregou em cima de um versículo muito interessante: "lembrai-vos da mulher de Ló". Esse era o versículo. E ele discorreu perfeitamente, especialmente no terceiro ponto: não sinta saudades dos pecados que você não cometeu. A mulher de lé olhou pra trás, saudosa das coisas que vira e que não participara, e virou sal, que foi espalhado pelo vento. Ele falou sobre as pessoas que olham pro passado viram apenas o ente da referência. O tio de fulano, o sobrinho de siclano. Foi sensacional.

Sim, nem tudo é perfeito. Mas há lugares onde a pregação é bem basada, onde o pastor é um homem bom e honesto - e feito de carne e osso. Poderia até citá-los pra você, mas eu vou te dar uma dica: procure uma igreja que a hora da oração não é uma súplica desesperada por dinheiro ou bens, um berreiro só, onde o louvor não tem musiquetas que falem de restauração financeira ou de costumes antigos. Se Jesus rasgou o vëu, porque alguns querem voltar á práticas antigas, como a festa dos Tabernáculos?

De onde eu venho, o bom nome da denominação levou 50 anos pra chegar no bom lugar que está. E meu pastor é um cara respeitado - e não achincalhado pelas costas - na cidade. E é um cara aberto, tanto que até o padre da cidade se dá bem com ele. Isso é um sinal de um lugar que dá pra ir sem medo de ser roubado, ou de sofrer lavagem cerebral.

Há, de fato, crentes beeem meia-boca, que são um doce na igreja, mas em casa até o demo tem medo dele. Entretanto, quando acho que a coisa não pode piorar, vejo boas demonstrações de vontade e perseverança, bom senso e eqüidade. Essas igrejas, infelizmente, são pouco lembradas pelas pessoas, pois elas trabalham na surdina, quietinhas, enquanto os alardes vão para os neo-pentecostais, entre trapalhadas e micos homéricos.

Não xingo porque acho legal. Xingo porque quero precaver os meus de caírem nos lugares-comuns dos crentes. Odeio o evangeliquês, e nunca fecho a Bíblia durante uma pregação. Afinal, ser sóbrio e vigilante é um mandamento direto, pois nao sabemos o Dia e nem a Hora. Assim sendo, até que ele cheguem, vamos cear como Cristo mandou, até que ele venha. Estejamos a par do mundo que nos cerca, para que saibamos quais suas filosofias e porque detestam tanto o livro preto. Estudemos, para que galguemos postos em nosso trabalho, e possamos dar bom testemunho.

E acima de tudo, estejamos unidos. Eu não escrevo para que haja desunião, escrevo para que não façamos as mesmas coisas, e para que enxerguemos um pouco além daquilo é flagrante. Julgar, qualquer um faz. Quantos, dentro de suas comunidades, não foram sentenciados porque cometeram um erro? E quantos, cansados da mesmice da igreja, a abandonam, mas porque não experimentaram a verdadeira renovação? Ora, a Igreja é a cara de Deus aqui, e nem sempre somos bons representantes Dele.

Odeie a mim, não o caminho que eu sigo. Odeie a mim, pois eu falho e caio e tento de novo. O caminho que sigo é perfeito, e a Igreja é o exemplo claro de falha e renovo: está cheio de gente. Me indique apenas um que seja santo, e eu retirarei todos os meus textos. Me indique um que não age por impulso, e eu colocarei um enorme REVOCO aqui. Nós, os representantes do Salvador, não somos os melhores representantes dele, isso é fato.

Mas quando encontro um exposição bíblica contundente e séria, eu me calo e ouço. Quando me deparo com bons textos, eu paro e leio, pois aquela coisa pode ser pra mim, como a pregação de domingo foi. Agradeço a Deus por me dar um lugar onde há união, onde há uma palavra realmente bíblica e onde não há pensamentos em direção ao triunfalismo.

Nem tudo é perfeito. Vou continuar achando que povo evangélico é bunda. Não porque é legal dizer isso. Mas porque é a verdade. Não somos os melhores representantes de Deus aqui. Mas é justamente na imperfeição que há melhoramento. A coisa não vale a pena pela massa a berrar. vale a pena por causa de uma única pessoa. Aquela a qual eles clamam sem parar.

O futuro não está nas mãos do Rei

Numa coisa, eu concordo com esse velhinho: se o governo está mal, o rei e seus filhos pagarão por seus erros. Quem assistiu o seriado The Tudors, nota uma coisa: o rei faz o que quer, com quem quer, quando quer, mas ele sabe que não é inexpugnável, e que se ele largar a nação, ela vai revidar.

Ora, quem foi Luis XVI, senão a piñata francesa que substituiu Luis XIV? O primeiro pagou pelos abusos do segundo, e nessa surgiu Napoleão.
O herdeiro dinástico mostra que tem conhecimento. Mas eu sinto muito, o poder emana do povo. E o futuro não está nas mãos do rei.

Por mais que estejamos fulos com a petralha e com o governo Lula, que não se contenta em roubar, mas arromba tudo; nós apenas xingamos. Não estamos fazendo nada para mudar alguma coisa. Pergunte a qualquer transeunte se ele diria não á uma boquinha do governo. Uma vez picado pelo mosquito azul da política, duvido que algum de nós teria os colhões de dizer não á corrupção e ser honesto.

Criados num lugar onde o importante é levar vantagem, isso se reflete no governo. A máquina estatal está cheia de engrenagens podres, que precisam ser trocadas, mas como, se essas engrenagens cobrem outras ainda piores? O futuro não está nas mãos do rei, pois ele precisaria saber governar um país de miseráveis comprados pelos bolsa-esmola - que é muito melhor que dar emprego, pois se compra votos e consciências - não se pode esperar muito a respeito.

O herdeiro do trono até pode ser alguém que esteja preparado pra alguma coisa, mas não é para governar. Se estivesse, seria uma pessoa ativa fora do ambiente monárquico, atuando em setores como imprensa - atacando de colunista - ou mesmo mantendo organizações de educação. A melhor maneira de xingar o governo é preencher um espaço que ele não alcança. Se esse velhinho assim o quisesse, se moveria, e notaria que a educação do povo, o ensino não só escolar mas cívico das crianças e a melhoria da infra-estrutura - o que geraria empregos por tabela - são um caminho muito mais esplendoroso que o que não pode ostentar em sua casa alugada.

É claro que ele deve saber disso. Pelo visto, o herdeiro do trono inexistente é um homem inteligente. Mas o poder é para poucos. E num país onde os grandes estadistas sequer são lembrados em nomes de ruas, e onde ONG`s querem retirar nomes de generais de ruas - sendo que nossa ditadura foi uma florzinha perto de contemporâneas pela América Latina - ele poderia fazer alguma coisa em prol daquilo que acha certo: a monarquia.

Mas, como eu disse, o futuro não está nas mãos do rei. Quando os políticos forem obrigados a terem mestrado e doutorado, o nível do país todo vai subir. Mas elegemos um analfabeto esperto para governar isso aqui. se um rei subir, vai lidar com pobres famintos em ternos Armani, famílias enrustidas em seu status centenário, e com uma horda de gente podre e gananciosa, sedenta por dinheiro mas vagabunda demais para trabalhar por ele. Esse é o país que o príncipe quer herdar. Mas duvido que ele consiga, chegar lá e se isso acontecer, por lá se manter.

3 de março de 2008

Os Olhos

Tenho medo do futuro. Ele me enoja. Não apenas pelas ideologias podres que estão se impondo, ou pelos corruptos que se dizem salvadores da pátria a nos roubar em Brasília. Tenho medo pois as pessoas estão cada vez mais suscetíveis a abusos e a invasões, e cada vez menos protegidas pela lei.

Ao ler sobre o cybervoyuerismo - praticado com celulares e câmeras de mão - eu vejo minha privacidade em perigo. Ou seja, se antes eu não podia sair da linha pois nunca se sabe quem podemos encontrar, agora a coisa ficou mais crítica: um simples amasso pode se tornar uma odisséia eletrônica, pois a intimidade de um casal pode virar um caso de polícia.

Se o governo já quer acabar com nossa privacidade sob a premissa de segurança, as pessoas ao nosso redor querem acabar com ela sob a premissa de diversão. Uma coisa é você ver um vídeo pornô na internet, pois ali houve uma certa produção, até porque conteúdo pornô de boa qualidade é pago. Outra coisa é quando roubam sua imagem, e a publicam sem autorização. Ou seja, um motel é hoje um problema, já que alguém, em algum lugar, pode estar filmando você e sua namorada - ou amante - na cama.

O direito á imagem e á intimidade é inerente ao ser humano, em qualquer civilização. Entretanto, uma vez na internet, como evitar a divulgação? Vanessa Hudgens apareceu nua em alguma fotos, e quando caiu na net, milhões viram sua área de interesse. Retirar as fotos da net já não basta, pois com um simples comando, qualquer um pode salvar a foto. E com um pingo de conhecimento, se pode entrar no código-fonte do site e ver o endereço da imagem.

Em suma, enquanto você publica fotos de eventos ou de si mesmo em orkut e afins, alguém pode vir a te filmar nuam situação constrangedora....faz idéia de como isso é grave? Guardar imagens hoje é como guardar ouro. Estamos perdendo nosso direito a ter segredos.

A bigbrotherização da sociedade se encontra num estágio avançado. Sua casa já foi invadida por uma televisão que ordena o que você deve comprar. Seu quarto está tomado um computador que está 24 horas conectado, possibilitanto o seqüestro de suas informações.

E ai de qualquer um que a isto não se sujeitar. Pois o seu segredo não deve ser mais bem guardado, mas sim bem exposto. Exponha-se e será aceito. Resguarde-se, e será expulso. Invejado, é claro, mas expulso.