23 de abril de 2007

Notas de um fim de semana.

Certo... aqui vai mais um.

Sexta-feira.
Mais um dia de trampo termina, chego em casa, arrumo a Gertrudes e parto. A galera se reuniu numa chácara, e ficamos a noite toda conversando. Deu dez da manhã e eu alguns amigos nos mandamos.

Sábado.
Fui pra casa do Israel, e fiquei até 1 e meia da tarde jogando videogame. de lá, eu, ele, sua irmã fomos pra Campinas, nos encontrar com o David, pra pegarmos o buso pra Sampa.

Próxima parada: Parque Antártica. Razão: Evanescence.

Paramos em na rua da entrada, á algumas centenas de metros dela. com o auxílio da entrada para carros do McDonalds - onde fizemos um lanchinho -  furamos uma fila que dava volta no quarteirão. E furamos na cara da entrada, quase.

Mas pegamos a fila errada, a que levava para as cadeiras numeradas, não a da arquibancada. Assim que essa fila começou a andar, e rápido, eu me aproveitei de uma pequena distração e entrei nela, ligando para meus amigos se perpararem para furar e entrar o mais rápido possível.

Felizmente, uma vez lá dentro, não tardaram para entrar. Pudemo pegar um ângulo ótimo para vermos Amy Lee de forma diminuta e longínqua, todavia ampliada e visível pelos telões.

Ás 7 horas, entra a banda Luxúria, de São Paulo mesmo. Além de um som muito bom, a vocalista era a encarncação da palavra: sua saia roxa rodada e curta era geralemnte levantada para exibir melhor sua coxa gostosa e branquela, bem como sua mão esquerda que smpre encontrava sua virilha. Sua voz era potente o suficiente para ser bem escutada.

Ás 8 horas, entra a banda que estava acompanhando os gringos. Um som meio pop, cujo vocalista tinha a voz muito parecida com o do Placebo. a banda, ao contrário da Luxúria, não tinha presença de palco. Mas seu som era agradável, desses gostosos de colocar no carro e viajar.

E, impreterivelmente, ás 9 horas, entrou Evanescence.

Creio que não preciso dizer que, quando Amy Lee entrou, foi uma histeria geral. Haviam duas meninas do meu lado, que choraram o show todo, e que gastaram suas vozes com berros poderosos e agudos.

Eu e meus amigos ficamos meio estáticos. Afinal, não era um bate-cabeça, mas uma adoração á um ídolo da música. Embora eu tenha curtido mais, berrado e aplaudido, não estava á vontade. O show do Blind Guardian, pelo fato de ser num lugar menor e fechado, e uma coisa bem mais despojada, eu achei mais legal.

As músicas foram bem executadas, e a branquela gringa mudou meu conceito: depois de ver o Rock Am`Ring - seu primeiro show. Depois de não sustentar muito no Anywhere But Home, ela mostrou mais técnica e melhor fôlego, embora sua voz ainda não tenha ficado mais potente.

A banda - muito boa, de grande habilidade - fez sua parte. Estávamos ali para ver Amy Lee, e não Balsamo ou LeCompot. E isso me deixou um pouco questionado: como pode uma banda ser composta por uma só pessoa? Por isso Ben Moody saiu: o reconhecimento era pra a mulher, ele era meramente um figurante.

Eu queria que ela apresentasse a banda, que cada um desse uma palhinha. Mas eles sabem que o Evanescence é feito da vocalista. para tanto, ou se envolvem em outros projetos ou se contentam com seus rendimentos com Amy Lee. Quando disse que o Evanescence caminha pra ficar como o NIN, não estava brincando.

Ao final, ela se despede, os inegrantes da banda entram e arremessam baquetas e palhetas pra galera. Fomos pro ônibus, e dormimos todo o trajeto de volta.

Domingo.
Na casa do Israel, dormimos até as 10 da manhã, e jogamos videogame até a 1 da tarde, hora do almoço. Eu avancei várias fases em Prince of Persia antes de sair de novo.

Me encontro com ela. E ao sentir a maciez da pele de seu rosto, meu cansaço por poucas horas de sono culmina m se tornar uma coisa bem ridícula.